Rede criada em 2008, é composta pelos seis ilhéus circundantes à ilha do Porto Santo e devido a particular relevância do ponto de vista da biodiversidade, assim como, o uso desta área de um modo sustentado levou à criação da rede.

Os objetivos da criação da Rede de Áreas Marinhas Protegidas são vários, destacando-se a proteção da biodiversidade, o aprofundamento e a divulgação dos seus valores naturais, científicos e estéticos e a promoção da utilização sustentada do espaço, conciliando os usos e a defesa dos recursos naturais e a criação e promoção de uma economia sustentável.

A aparência inóspita dos ilheus do Porto Santo é contrariada pela presença de um património natural que exige conservar    


Medidas de proteção e controlo

1. Atividades permitidas 

É permitida a pesca à linha, sem fins comerciais ou lúdica, desde que seja efectuada a partir das áreas terrestres.

2. Atividades sujeitas a autorização

  • A pesca marítima sem fios comerciais, excepto o ilheu de Cima onde é proibida toda e qualquer atividade de pesca;
  • A apanha de lapa e caramujo no calhau;
  • A caça submarina;
  • A investigação e atividades cientificas que impliquem trabalhos de campo;
  • As atividades marítimo-turísticas, desde que estas ponham em risco a proteção ambiental da área protegida. 



Fauna

Os ilhéus são locais de preferência para a nidificação da avifauna marinha.

Para além da presença das aves nos ilhéus, a ilha do Porto Santo é a ilha do arquipélago da Madeira que contém maior número de espécies e subespécies de moluscos terrestres.

Flora

A nível da flora verifica-se a presença de endemismos da Madeira, assim como de plantas comuns a outros arquipélagos da Macaronésia.

Há relatos históricos, que o ilhéu de Cima já esteve, outrora, coberto por dragoeiros e por oliveiras. 

 

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